O papa é genial

papa no carro

Discurso inteligente, racional e equilibrado dá prazer de ouvir. Acredite ou não você em algum deus. Tenha ou não uma religião. Ouvir o papa Francisco no Brasil e para o Brasil foi ouvir um sábio sereno, um homem da paz. Mestre em química, o que num país como o Brasil é significativo, o papa foi incisivo. Seguro e amoroso. Engajado e fraterno. Foi um papa. Não destilou arrogância, não alfinetou implicâncias. Tacitamente perdoou truculentos e brutos que ludibriam o povo, sejam na política, sejam em outras áreas.

O tema de religião no Brasil tem sofrido estupros sociais constantes. Dinheiro, riqueza, sonegações passaram a fazer parte da fé. Mesmo que até a Igreja tenha contra si acusações, importa a figura de Francisco, um homem que veio lancetando seus defeitos e oferecendo uma nova esperança.

O papa deveria ser exemplo para todos. Não por ser o papa, mas pelo que propôs. Um discurso de harmonia, não de ódio; de racionalidade, não de obscurantismo; de paz, não de fundamentalismo e separatismo.

Um grande líder é reconhecido assim. O papa não quis subir posições para se importantizar. Abriu mão de ornamentos do cargo para se ver com o povo. Numa época cínica de marqueteiros profissionais e consumismo, as reflexões do papa se mostram um canto doce de reflexão para as famílias, para os amorosos, para os inimigos e para os perversos.

Manifestações de ateus foram vistas esta semana, legítimas. Mas até ateus, intelectuais, pensadores, cientistas e outros racionais “puros”, se escutaram a serenidade comissiva e o amor ideologicamente equilibrado para com a população sofrida do país, difundidos pelo papa, com certeza ficaram com a ótima impressão de Francisco. Que a energia de Francisco contagie a todos e o Brasil melhore. OG.

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