Professores, resistam: não bastam 2 meses de greve, cheguem a 2 anos

 

 

quemÉ farisaico ver ministros e “autoridades”, esses que ganham ali por volta de 50 mil reais por mês, praticamente todos, não se iluda, defendendo a classe de professores. Dizendo que a categoria precisa ser “valorizada”. O que esses sujeitos chamam de valorização é um aumento de 9% em vez de 7% sobre um salário de R$ 2 mil. Se for. Essa gente que ocupa há décadas o poder no Brasil não merece respeito de ninguém e suas entidades também não, afinal nunca moveram decisões efetivas para se alterar verdadeiramente o quadro caótico da educação brasileira.

A lógica da “esmola melhorada” precisa acabar. Professores, algum dia, terão que perceber que se não causarem um caos no país, serão eternamente reféns da “esmola melhorada”, aquela que à última hora se contam no prato de comida não 20 grãos de feijão, mas 25, e, pronto, tudo se resolveu.

Aí o Judiciário faz a sua parte, cancela o corte do ponto de “uns” dias de trabalho dos grevistas que algum secretário de educação obediente havia determinado e a grande imprensa alugada abre manchete como se o Supremo Tribunal Federal tivesse salvado os professores com a sua liminar-chicote. Quanta sensação, quanta publicidade.

Quem é mais importante para um país como o Brasil: um juiz ou um professor primário? Pense a respeito. Ouse questionar. Saia do lugar. Abandone a zona de conforto. Surpreenda-se com perguntas incômodas. Contribua para melhorar o Brasil. OBSERVATÓRIO GERAL.

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